Qual escolher: bateria de lítio ou chumbo numa quase scooter


  • Estamos a falar apenas de "quase scooters" Jorge. Estás a misturar alhos com bugalhos.

    Estas não se compram para fazer 50.000Kms em 3 anos, é uma asneira. Para essa quilometragem compra-se um motociclo.

    50.000Kms em 3 anos dá 69Kms por cada dia útil de trabalho em 11 meses por cada ano num equipamento equiparado a uma bicicleta.

    Eu não estou a dizer que não é possível. É no entanto absurdo propor isto a um cliente. Mais uma vez está num tópico empresarial.
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    MVS
     
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  • MVS Escreveu:Estamos a falar apenas de "quase scooters" Jorge. Estás a misturar alhos com bugalhos.

    Estas não se compram para fazer 50.000Kms em 3 anos, é uma asneira. Para essa quilometragem compra-se um motociclo.

    50.000Kms em 3 anos dá 69Kms por cada dia útil de trabalho em 11 meses por cada ano num equipamento equiparado a uma bicicleta.

    Eu não estou a dizer que não é possível. É no entanto absurdo propor isto a um cliente. Mais uma vez está num tópico empresarial.
    MVS, não te estou a reconhecer!??

    1/3 dos meus exemplos foram de "quase scooteres"!

    Não foi o iBMS (criado por ti) que nasceu inicialmente para as bicicletas eléctricas? Se funciona bem nas bicicletas, logo passou a ser adaptado para as motas e carros.
    Estando um conceito bem criado poderá ser aplicado em todo o lado.

    Eu vivo na zona do país onde estas "quase scooters" se encontram em maior quantidade. Se eu fizer um percurso de 5 km devo passar por mais de 50 unidades destes VE's.
    Tenho boas relações com quase todos os stands que as vendem, onde por vezes os ajudo na resolução de problemas com estas viaturas. Tenho todo o feedback de seus clientes, e sei que já há espaço neste mercado, embora que ainda muito pequeno, para umas "quase scooters" com vitaminas (a Lítio).

    Já aí andam algumas e o mercado está a pedir mais. Bem sei que sou muito pequenino para poder dar resposta a todos os possíveis pedidos, dai o ter mencionado neste tópico.

    Sendo um espaço empresarial, poderá ser o local mais indicado.

    Dizer que é "impossível de ser realizável", que "são falácias" ou que "é absurdo", não valerá nada, pois eu tenho provas vivas (e de boa saúde, graças ao trabalho) que justifiquem toda esta minha dedicação.

    Se me vêm como concorrência, enganam-se. Sempre estarei como parceiro activo e que veste a camisola (neste caso é mais o fato de macaco para o trabalho) nesta luta em beneficio da mobilidade eléctrica.

    Antes de escreverem alguma coisa ofensivo, meditem bem, pois só vos fica mal.

    Um forum sempre foi e sempre será local de partilha, nunca de ofensa.
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    Jorge Rocha
     
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  • A quase scooter da minha mae e de 2008, quase a fazer 7 anos. O vendedor e conhecido meu. Ja me disse que naquele ano vendeu dezenas ou mesmo centenas daquele modelo e diz que a da minha mae e a unica que continua a rodar. A esmagadora maioria encostou por falta de baterias. Algumas pessoas ainda trocaram o pack... mas desistiram quando este tambem morreu. Por isso o homem veio falar comigo para perguntar o que eu tinha feito a bicicleta.

    Enfim.. cada um que tire as suas conclusoes.
    Predator 60ah desde Agosto de 2010
    + 53 000 kms
    marcopns
     
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  • marcopns Escreveu:A quase scooter da minha mae e de 2008, quase a fazer 7 anos. O vendedor e conhecido meu. Ja me disse que naquele ano vendeu dezenas ou mesmo centenas daquele modelo e diz que a da minha mae e a unica que continua a rodar. A esmagadora maioria encostou por falta de baterias. Algumas pessoas ainda trocaram o pack... mas desistiram quando este tambem morreu. Por isso o homem veio falar comigo para perguntar o que eu tinha feito a bicicleta.

    Enfim.. cada um que tire as suas conclusoes.



    Cum catano, isso é uma imagem de devastação preocupante, já tinha visto que muitas dessas vão parar à sucata em pouco tempo. Que tem a dizer sobre isto Sr Afreitas ? já que fala muito em milhares de veículos vendidos, quantos estarão realmente a circular ?

    Sr Marco, para ter um ideia, quanto gastou na adaptaçao da scooter da sua mãe ??
    mmcoiso
     
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  • Jorge,

    Francamente tu desgastas qualquer um até ao limite.

    Já me conheces há tempo suficiente para saber a minha opinião sobre estes assuntos. Estás a ser inconveniente e incorrecto.

    Este tópico não é o local adequado para discutir a problemática Lítio vs SLA. O local adequado como sabes é este onde já participaste e foste grosseiro ao ponto de por em dúvida informações de carácter técnico que partilhei.

    O problema aqui em particular é que afirmas num tópico empresarial que a conversão de uma quase scooter de SLA para Lítio se faz unicamente pelo preço de custo das baterias. Isto é falso. Não fujas ao tema e lê as regras deste espaço.

    Continuas a ser grosseiro quando tentas passar a ideia que é negativo existirem entidades que na actual conjuntura desfavorável vivem corajosamente á custa da mobilidade eléctrica. Muito pelo contrário, se o podem fazer é porque o consumidor lhes reconhece valor para tal. O mercado hoje não tem contemplações nem vive de amizades.

    É de facto a margem comercial que coloca os meus filhos na escola, os alimenta, agasalha e lhes trará uma pequena prenda este Natal. Essa margem comercial foi obtida em negócios com clientes que abraçaram a mobilidade eléctrica em motas bem estruturadas nas quais se deslocam diariamente (all-weather) para os empregos, estão 100% satisfeitos, fazendo mais de 1000 Km por mês. Dormem descansados porque com uma garantia de 5 anos sobre as baterias de lítio sabem que não vão ter de ir para o trabalho ao fim de 4 anos a 45Km/h com o tempo frio com alguém a dizer-lhes de que isso é inteiramente normal.

    Nada mais me agradaria Jorge do que ver em ti um concorrente. A concorrência é saudável e necessária. Consigo respeitar-te, trabalhar contigo e ser teu amigo exactamente da mesma forma.

    Toda esta lenga-lenga nada tem a ver com este tópico e será oportunamente varrida para outro local.
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    MVS
     
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  • mmcoiso Escreveu:Que tem a dizer sobre isto Sr Afreitas ? já que fala muito em milhares de veículos vendidos, quantos estarão realmente a circular?


    O Sr. Afreitas irá certamente responder. Mas julgando pelo número de consumíveis vendidos mensalmente tais como pneus, calços de travão, plásticos substituídos, lâmpadas, etc. que só se colocam em veículos que o justificam a comunidade provavelmente ficará surpreendida.
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  • MVS Escreveu:
    mmcoiso Escreveu:Que tem a dizer sobre isto Sr Afreitas ? já que fala muito em milhares de veículos vendidos, quantos estarão realmente a circular?


    O Sr. Afreitas irá certamente responder. Mas julgando pelo número de consumíveis vendidos mensalmente tais como pneus, calços de travão, plásticos substituídos, lâmpadas, etc. que só se colocam em veículos que o justificam a comunidade provavelmente ficará surpreendida.


    São boas notícias....
    mmcoiso
     
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  • MVS Escreveu:O problema aqui em particular é que afirmas num tópico empresarial que a conversão de uma quase scooter de SLA para Lítio se faz unicamente pelo preço de custo das baterias. Isto é falso. Não fujas ao tema e lê as regras deste espaço.

    Continuas a dizer que eu disse coisas que na verdade não disse. Vai ler os anteriores posts para ver quem começou por ditar preços. Se quiseres posso enviar-te as mensagens antes de terem sido moderadas...
    Eu não fujo a tema algum, podes ver as minhas primeiras frases:
    Jorge Rocha Escreveu:...

    MVS Escreveu:É muito interessante ver estas fotografias. Aspectos técnicos que foram discutidos em Portugal para este modelo influenciaram uma linha de montagem do outro lado do mundo a 10.000 Km de distância.
    Concordo em pleno. Até parece que pesquisaram o nosso forum!
    Espero que também pensem em colocar-lhes LiFePO4, como já algumas por cá andam a dar cartas há mais de 3 anos e de 40.000km.

    Jorge Rocha Escreveu:
    MVS Escreveu:A opção de Lítio (LiFePO4) garantida por 5 anos está disponível sob consulta para todos os modelos das "quase-scooters" da Gingabike Jorge.

    Sim, acredito, mas não vem assim da fabrica, o que vai encarecer muito o produto sendo feito aqui, pois as fabricas das baterias estão quase todas por lá. Comprar artigos em separado e por diferentes compras e transportes, sempre encarece e diminui a sustentabilidade.


    O que eu sempre tentei dizer é que as conversões não deveriam ser necessárias. Porque poderia existir o mesmo produto vindo de fábrica já equipado com baterias de LiFePO4. E que desta forma a única diferença de preço seria entre os materiais, repito "entre a diferença dos materiais" (Chumbo e Lítio).
    Esta diferença daria num aumento de 30% do valor da "quase scooter" completa equipada com Chumbo (para continuar a dar a mesma margem de lucro, ou até mais).

    Acho sinceramente que estão a tentar fazer uma tempestade num copo de água. Estão a dificultar a compreensão onde está fácil de compreender.

    O povo começa a estar bem informado, e teremos que estar a acompanhar essa evolução. Já repararam na quantidade de lojas de artigos chineses que fecharam nestes últimos anos? As pessoas começam a abrir os olhos e a fazer melhor as contas na altura de deixar os seus escassos rendimentos. Se eu estivesse errado, pela mesma ordem de ideias a Tesla nunca teria existido.

    Pode ser que ainda me venha a agradecer por estar a lembrar...


    Quando pensares, MVS, nos teus filhos e nos presentes a lhes dar, pensa que o melhor presente é a tua presença, e um mundo mais limpo e saudável em vosso redor.
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    Jorge Rocha
     
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  • Mais uma vez Jorge não é por repetires até á exaustão algo em que acreditas que torna esse facto verdadeiro.

    Alguma inside information:

    Os fabricantes Chineses pequenos produzem cerca de 400 destas quase scooters por dia. E adivinha, não querem sequer ouvir falar de baterias lítio tal a quantidade de problemas que tiveram no passado. Porquê? Packs de lítio sem gestão ou com uma gestão deficiente não são solução para esta cadência de produção. Uma solução credível sai muito mais caro.

    O Tesla funciona bem? É claro que funciona muito bem. Mas como vês é um produto elitista que não se encaixa na política dos +30%.

    Se eu ou tu estivesse-mos a atender o publico num dos agentes da Gingabike sairiam de lá muitas quase scooters a lítio. Estou de acordo contigo. Mas efectivamente não estamos lá. E que lá está não vende apenas veículos eléctricos e não tem a capacidade de comunicar ao cliente as vantagens de um produto diferente, mais caro e mais rentável a partir de determinado patamar de utilização. A Gingabike não vende scooters ao público, quem as vende são os agentes. Estás limitado á partida ás soluções que os agentes são capazes de comercializar. Não te esqueças que muitas vezes centenas de metros ao lado está uma loja concorrente com um produto 50 Euros mais barato e com a comunicação feita ao cliente através do agente é para o mais barato que o cliente se inclina a maior parte das vezes.

    Tu partes do princípio que cada ponto de venda tem um agente de comunicação como qualquer um de nós. Infelizmente não tem.

    O problema está identificado e estão a ser tomadas medidas correctivas.
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    MVS
     
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  • Meus caros.
    Este caso já vai longo e chegou a hora de o arrumar.
    - Nunca alguém aqui disse que o lítio é má solução. Claro que é boa solução, muito melhor solução que o chumbo, mas também muito mais cara do que o Jorge Rocha informa.
    E esta é a questão que leva este tema a tornar-se tão extenso.
    - Se o Jorge investe num pack de lítio e o instala na quase-scooter desprezando todos os custos associados à importação, pagamento de impostos e manutenção ao longo dos 12 anos ou 200.000 km que o pack durará, é lá com o Jorge.
    - Se o Jorge está na área da mobilidade eléctrica como bom Samaritano, ajudar o próximo, fazer balanceamentos manuais de dois em dois meses de forma gratuita, são atitudes de grande valor do ponto de vista da solidariedade próprias da época natalícia.
    Se o Jorge considera que o mundo se move nessa esfera idílica, fechada e onde a sobrevivência está sob a égide do benfazejo, abençoada pelo divino e protegida por líquido amniótico, é lá com o Jorge e digo-lhe desde já que é de louvar e de respeitar.
    Eu, declaro aqui e agora que não pertenço a essa casta. Gostaria mas não pertenço. Não pertenço e esta é a razão pela qual me considero um comum mortal sem a ambição de vir a ser canonizado.
    A Gingabike tenta integra-se e usar as mesmas regras dum mercado que se deseja revigorado e com economia sã, para poder também cumprir a parte que lhe cabe do ponto de vista social. Só assim é que o mundo pula e avança, tudo o resto é sonho que não comanda a vida.

    Na verdade a instalação de baterias de lítio 60V/12Ah, representará um custo na ordem dos 1000 euros. Ou seja: Uma quase scooter VORTEX TWA com baterias SLA tem o PVP a rondar os 835,00 euros e com baterias LIT rondará os 1.835,00 euros.
    O valor do upgrad que o Jorge assume para baterias LIT é absolutamente irreal porque não contempla alguns custos, os quais aliás não foram contestados nas perguntas que o MVS colocou.
    - Quanto custa e quem paga a alteração do carregador para as novas tensões e modo de carga (SLA 2 patamares / LiFePO4)?
    - Quanto custa e quem abre o controlador de motor trapesoidal e muda as resistências para alterar a tensão de cut-off?
    - Quanto custa e quem paga o balanceamento manual das baterias?
    - A Gingabike tem a solução para baterias de lítio nas quase-scooter mas só a instala mediante algumas condições.
    1 – Que seja pago preço do mercado empresarial e não preço do mercado paralelo.
    2 – Que seja instalado SIGAL para defesa e balanceamento automático das células, pois sendo a Gingabike uma empresa de dimensão nacional, não poderá ir todos os 60 dias à ilha do Pico ou ao Faial balancear manualmente as células.
    3 – Que seja contratualizado com o cliente um compromisso de garantia com 5 anos de validade.
    Está a finalizar o ano de 2014 e as projecções apontam para atingirmos o brilhante número de 9.200 unidades de quase-scooters colocadas no mercado. É verdade que desconhecemos quantas estarão a circular ou quantas por todas as razões e mais uma já foram abatidas, mas também é verdade que temos muitos clientes compraram a VORTEX NSR, depois evoluíram para a VORTEX RS e mais tarde para a VORTEX TWA. Alguns já perguntaram quando chega a VORTEX SBR. Isto não significa que tenham abatido as anteriores. Sei que em alguns casos fizeram troca e outros passaram-nas para familiares.
    Também é verdade que hoje a venda de acessórios, representa para a Gingabike uma fatia respeitável do seu volume de negócios. Isto pressupõe que os consumidores investem na sua bicicleta. A venda de baterias SLA apresenta números muito interessantes o que também é revelador de que os consumidores não ficaram insatisfeitos com o desempenho e durabilidade das baterias originais.
    A Gingabike não tem a presunção de ser melhor do que outros colegas do ramo, mas tenta sê-lo. A Gingabike não instala baterias estacionárias nas suas bicicletas, mas outros instalam.
    Por ignorância ou por economia, mas instalam.
    PONTO FINAL.
    afreitas
     
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