QUE QUASE SCOOTER ESCOLHER.

12 out 2014, 11:29

  • As quase scooter ou scooter tipo bicicleta deverão ser escolhidas tendo em conta alguns os seguintes aspectos:

    1 - Este tipo de veículos, são produzidos exclusivamente na China.
    Os produtores chineses tiveram a preocupação primeira, de adequar estes veículos às características e à realidade do seu mercado interno porque é nesse mercado que têm milhões de consumidores e assim mais possibilidade de em tempo razoável amortizar moldes, ferramentas e custos com desenvolvimento.

    Assim, estes veículos foram desenvolvidos para circular com pessoas predominantemente leves e em regiões particularmente planas: Xanghai, Wuxi, Hangzhou Xiamen, Guangzhou, Shenzhen, para citar apenas estas e nas quais vivem cerca de 70 milhões de pessoas.

    Com este perfil de utilizadores e com esta orografia, as quase scooters podem ser frágeis e ter instalados equipamentos básicos.

    Ao contrário, num país como Portugal este tipo de veículos terão de ser mais cuidados: - Utilizadores mais pesados e cidades com relevos acentuados ou até violentos, exigem veículos pensados e equipados de forma diversa.

    Motores mais eficazes, baterias com o mínimo de 12Ah com características específicas de tracção e controladores sobre-dimensionados para suportar correntes e aquecimento são equipamentos absolutamente indispensáveis para corresponder aos esforços que lhes são exigidos.
    afreitas
     
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  • Hoje em dia já existe alguma oferta de qualidade em território Luso.

    Aqui entre concelhos de Vago e de Ílhavo as mais conhecidas são as Vortex e as Voltrish.
    As Vortex, que conheço melhor, muito têm demonstrado serem fiáveis, quer a nível de controladores, como motores, conversores DC/DC e inseridos em quadros com robustez e de bom equilíbrio.
    Como somos pessoas exigentes, sempre haverá algum ponto que achamos que poderia ser melhorado.
    O trabalho de nós todos, será estar atento ao que não está muito bem, e transmitir. Deverá passar de intermediário a intermediário até chegar ao fabricante, para possível correcção.

    Um produto bem elaborado, fiável, eficiente, apelativo e robusto, sempre deixa uma boa imagem, poupa-nos de trabalhos, preocupações e traz boa fama, ingrediente principal para a continuação de sua existência.

    Para a escolha ser a mais acertada, devemos também conhecer os agentes e verificar se eles nos transmitem a confiança necessária para o acompanhamento e manutenções do veículos que vendem.

    Melhor que um bom material é um bom material bem cuidado.

    Do que eu menos gosto é do facto de lhes ser instalado baterias de Chumbo, com o seu tempo de vida útil pouco generoso.
    Tenho convertido algumas a LiFePO4, para quem anda muito e que não gosta de ficar pelo caminho. O investimento inicial é maior, mas em pouco tempo se verifica a poupança.

    Nestes veículos sem matricula a colocação de um alarme com GPRS torna muito mais seguro o investimento, pois é fácil de ser roubado pela inexistência de documentos. Dessa forma o alarme faz uma chamada para 5 números de telefone ou telemóvel, alertando que está a ser activado o alarme. Pode também enviar-nos a sua localização com poucos metros de erro, a um simples pedido por SMS.

    Devemos guardar a factura de compra e nela fazer a descrição do numero do quadro.
    Já me valeu para a recuperação de uma que tinha sido roubada, por ainda conter dois números do quadro (os que a rebarbadora do ladrão não conseguiu apagar), e por ter as baterias de Lítio por mim instaladas, tendo cada célula um código de barras único (como um BI da célula) e que eu tinha documentos a comprovar.
    Jorge Rocha
     
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